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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Turquia: restituídas igrejas e mosteiros sírio-ortodoxos

Turquia: restituídas igrejas e mosteiros sírio-ortodoxos

Segundo a Agência Fides, entre os bens que serão definitivamente restituídos ao controle da Igreja siro-ortodoxa, estão os mosteiros de Mor Melki, Mor Yakup e Mor Dimet.
Turquia
Melhora o clima entre a Igreja Sírio-ortodoxa e as autoridades governamentais da Turquia. Um decreto-lei determinou a restituição de todos os bens eclesiásticos da Província de Mardin às fundações e aos organismos eclesiais aos quais pertenciam.
A notícia foi dada pela Fundação Mor Gabriel, que em junho de 2017 apresentara uma petição ao Tribunal civil de Mardin, solicitando o bloqueio do processo de expropriação das igrejas, mosteiros e cemitérios siro-ortodoxos.
Segundo a Agência Fides, entre os bens que serão definitivamente restituídos ao controle da Igreja Sírio-ortodoxa, estão os mosteiros de Mor Melki, Mor Yakup e Mor Dimet.
A operação de sequestro dos bens teve início quando a cidade de Mardin passou a ser município, com a consequente reorganização administrativa do território que englobou os vilarejos circunstantes à área metropolitana.
Nos últimos dois anos evidenciou-se o risco de uma possível expropriação destes bens eclesiásticos, quando as propriedades em questão foram colocadas sob o controle da secretaria das finanças. Pareciam então que logo seriam confiadas à gestão da Diyanet, a presidência turca para os Assuntos Religiosos.
A própria assessoria do governador de Mardin declarou aos meios de comunicação turcos que as propriedades e a gestão administrativa das igrejas e dos mosteiros em questão deviam ainda ser legalmente definidas. Enquanto isso, destacou, os bens eclesiásticos ficariam ainda registrados junto ao ministério do tesouro, sem estarem à disposição da Diyanet. Uma questão que agora parece estar definitivamente arquivada.



21 fevereiro 2018, 14:12

terça-feira, 11 de abril de 2017

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

O ESTADO ISLÁMICO MATA HOMOSEXUAIS

O Estado Islâmico lapida dois "gay" na Síria

O Estado Islâmico (EI) apedrejado dois jovens "para cometer atos que violam decência com homens" na província síria de Deir al-Zur, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou.
A ONG, citando ativistas na área, disse um dos jovens, 20 anos de idade, foi apedrejado até a morte depois de ter sido capturado por membros do grupo extremista que encontrou em suas fotografias de telefonia móvel que supostamente os jovens que cometem práticas "indecente" com outros homens.
A vítima foi executada em uma rotatória na aldeia de Al Mayādīn frente de dezenas de pessoas, incluindo crianças.
Por outro lado, um outro jovem foi apedrejado no bairro
Hamidiya, na cidade de Deir al-Zur, capital provincial, por ter feito "contrários aos bons costumes" age com outros homens, de acordo com os islamistas. O Estado Islâmico assumiu com os cadáveres dos executados, sem permitir que o enterro ou a entrega a suas famílias.
O grupo jihadista autodenominado Estado Islâmico declarou um califado no final de junho no Iraque e na Síria, que tomaram partes do território do norte e central de ambos os países.
No dia 13, o Estado Islâmico emitiu uma gravação atribuída a seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, que anunciou a expansão do califado para o Golfo Pérsico e Norte da África, onde outras organizações extremistas juraram lealdade. EFE

sábado, 29 de novembro de 2014

el estado islámico mata homosexuales

El Estado Islámico lapida a dos "homosexuales" en Siria


El Estado Islámico (EI) lapidó a dos jóvenes "por cometer actos que contravienen la decencia con otros hombres" en la provincia nororiental siria de Deir al Zur, informó el Observatorio Sirio de Derechos Humanos.
La ONG, que citó a activistas en la zona, señaló que uno de los jóvenes, de veinte años de edad, fue lapidado tras haber sido capturado por miembros del grupo extremista que encontraron en su teléfono móvil fotografías en las que supuestamente el joven cometía prácticas "indecentes" con otros varones.
La víctima fue ejecutada en una rotonda en la localidad de Al Mayadín delante de decenas de personas, entre ellas menores.
Por otro lado, otro joven fue lapidado en el barrio de
Hamidiya, en la ciudad de Deir al Zur, capital provincial, por haber llevado a cabo actos "contrarios a la decencia" con otros hombres, según los islamistas. El Estado Islámico se llevó consigo los cadáveres de los ejecutados, sin permitir su enterramiento o la entrega a sus familias.
Los jihadistas del grupo autodenominado Estado Islámico declararon un califato a finales de junio en Irak y Siria, donde han tomado partes del norte y el centro del territorio de ambos países.
El pasado día 13, el Estado Islámico emitió una grabación atribuida a su líder, Abu Bakr al Bagdadi, en la que anunció la expansión del califato a los países del golfo Pérsico y el norte de África, donde otras organizaciones extremistas le han jurado lealtad. EFE